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Rodar análise IA em um repositório

A análise de código por IA varre o projeto inteiro e registra no Wisework um parecer geral e a lista de achados. Há dois caminhos para pedi-la, e o resultado chega no mesmo lugar.

  1. Abra a página Relatórios de Análise IA, em /development/analysis-reports.
  2. Clique em Criar Relatório.
  3. Percorra o assistente: escolha o repositório, a categoria e o tipo de relatório, preencha os parâmetros que aquele tipo pedir e revise antes de enviar.

Os tipos disponíveis são Análise de Segurança, Análise de Performance, Qualidade de Código, Conformidade com Style Guide, Métricas de PR, Atividade de Commits e Produtividade da Equipe. É o tipo que decide o que a IA vai procurar.

Dentro do projeto, no Claude Code, rode /ww:codebase-analyze. Com --focus quality, --focus security ou --focus performance você restringe a uma frente; sem isso, as três rodam juntas. O escopo é sempre o projeto inteiro, nunca um arquivo isolado.

Em qualquer um dos caminhos, o resultado aparece na própria página de relatórios.

Na aba Relatórios, cada análise aparece como um card com a categoria, o produto, a data e a nota geral (por exemplo, 6.8/10 — “Precisa melhorar”), além da contagem de achados por severidade (Crítico, Alto, Médio, Baixo).

  • Ver achados leva direto para a aba Findings, já filtrada por esse relatório.
  • Ver detalhes abre o relatório completo: resumo executivo, pontuação e observações por critério (qualidade, segurança, performance) e a lista de achados vinculados. O relatório pode ser exportado em Markdown ou PDF.

Na aba Findings, cada achado mostra severidade, categoria e localização (arquivo e linha). Use os filtros — critério, severidade, status, repositório, categoria ou busca por título — para focar no que importa.

Para cada achado:

  • Criar tarefa converte o achado em uma task do backlog (veja achados-em-tasks).
  • Ignorar descarta o achado sem virar tarefa.
  • Marcar resolvido sinaliza que o problema já foi corrigido.

Abrir um achado mostra o detalhe completo: problema, ação recomendada, localização (com botão de copiar), impacto estimado, a fonte — o agente especialista que encontrou, por exemplo code-security-analyzer — e a categoria.

O topo da página resume o panorama da análise: total de achados, críticos, altos, quantos já viraram tarefa e quantos foram resolvidos.

Selecione vários achados (ou Selecionar todos) para agir em conjunto. Uma barra fixa mostra quantos estão selecionados e libera:

  • Criar tarefas — converte de uma vez todos os achados selecionados que ainda não viraram task.
  • Adicionar ao Icebox — envia os achados selecionados direto para o Icebox em vez do backlog ativo.
  • Mais ações, com:
    • Adicionar à Sprint — inclui numa sprint as tasks já criadas a partir dos achados selecionados.
    • Atribuir responsável — define quem vai tratar as tasks já criadas.
    • Marcar resolvido — resolve todos os achados selecionados de uma vez.
    • Ignorar — descarta todos os achados selecionados de uma vez.

O número entre parênteses ao lado de cada ação mostra quantos achados da seleção ela afeta: Adicionar à Sprint e Atribuir responsável só valem para achados que já viraram task; as demais valem para os que ainda não têm task.

Rodar o comando fora do produto certo — sem produto fixado, o comando para e pede que você configure o acesso antes (veja Erros comuns do plugin).

Escolher o tipo errado no assistente — pedir “Métricas de PR” quando você quer achar vulnerabilidade traz o relatório errado. O tipo é a decisão que define o resultado.

Confundir com o comando de refatoração/ww:codebase-analyze só analisa e registra; ele não corrige nada. Aplicar as correções é um passo à parte.

Rodar sem --focus esperando um relatório enxuto — as três frentes juntas geram um relatório mais denso. Use --focus quality, --focus security ou --focus performance para um único domínio.

Ignorar achados de baixa severidade sem revisar — bugs latentes costumam aparecer também em “baixa”. Abra o achado antes de decidir ignorar.

Converter achado em tarefa sem revisar a ação recomendada — a tarefa criada herda o texto do achado; releia antes de confirmar, principalmente em achados críticos de segurança.

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