Pega um relatório de análise do WiseWork — o que o /ww:codebase-analyze produziu — e transforma os achados em código refatorado. Você escolhe o que atacar, os achados viram tasks, e só então o código muda.
Nada vira código antes de virar task. Essa é a regra que mantém o rastro: cada mudança nasce de uma task, e cada task termina comentada e com o status atualizado.
Uso
/ww:codebase-refactor --latest
/ww:codebase-refactor 3f2a1c9e-...
/ww:codebase-refactor
Argumentos
| Argumento | Obrigatório? | Descrição |
|---|
report-ref | Opcional | O identificador do relatório de análise a usar. Sem ele, o comando pega o mais recente e pergunta se é aquele mesmo. |
--latest | Opcional | Vai direto ao relatório mais recente, confirmando com você antes de seguir. |
Notas
Não existem flags de filtro: o que atacar se decide na conversa. Rodar de novo é seguro — achados já convertidos nunca viram tasks duplicadas.
Depois de rodar a análise, quando o time decidiu encarar a dívida técnica e quer que o esforço fique registrado.
- Sem argumento ou com
--latest — o comando pega o relatório mais recente, mostra título e data e pergunta se é aquele mesmo.
- Com o identificador do relatório — vai direto.
Se não houver relatório nenhum, ele para e sugere rodar a análise primeiro.
1. Você escolhe o lote. O comando lista os achados de forma compacta — identificação curta, severidade, categoria, arquivo e um título de uma linha — marcando os que já viraram task. Se a lista for grande, ele ajuda a cortar por severidade (críticos e altos, por exemplo) ou por categoria, sempre mostrando quantos achados cada corte pega. Ele nunca ataca tudo em silêncio.
Os achados já ignorados ou resolvidos ficam à parte, para você saber que existem, mas não entram na escolha.
2. Os achados escolhidos viram tasks. O comando pergunta onde elas devem nascer: no fluxo normal ou na geladeira, dentro ou fora de uma sprint. Os achados que já tinham task — porque a análise já os converteu — pulam essa etapa e são refatorados direto, sem duplicar nada. Se você só queria registrar o trabalho, pode parar aqui.
3. O comando refatora o código, em blocos paralelos. As mudanças são mínimas e preservam o comportamento, seguindo os guias de estilo aplicáveis. Cada task recebe um comentário do que foi feito, com a referência do achado, e avança de status. Marcar a task como concluída resolve o achado no relatório automaticamente.
4. Você recebe o resumo: tasks tratadas, arquivos alterados, o status final de cada uma e os totais — quantos achados viraram task, quantos foram refatorados e quantos continuam em aberto.
- Sem flags de filtro. O que atacar se decide na conversa, não na linha de comando.
- Rodar de novo é seguro. Achados já convertidos nunca geram tasks duplicadas.
- Ninguém mexe no mesmo arquivo por dois lados ao mesmo tempo — tudo que toca o mesmo arquivo é tratado junto, o que evita conflito de escrita.
- Ele commita as mudanças na sua branch de trabalho, referenciando cada achado.