Cria uma task no WiseWork a partir de uma frase escrita do seu jeito. Você descreve o que precisa ser feito; o comando transforma isso em uma task com título curto, descrição organizada e algumas tags, e devolve o número do ticket.
É registro, não análise: ele aproveita o que já está na conversa e não sai lendo o repositório. Investigar e planejar vem depois, com o /ww:implement.
Como utilizar
Aceita texto livre com a descrição da task; se você já souber detalhes técnicos, eles também entram. A IA monta o título, organiza a descrição e deriva as tags a partir do que você escrever. Sem descrição não há o que registrar — o comando precisa do texto.
Exemplos
/ww:task:add criar página de relatório mensal com filtros de data
/ww:task:add adicionar validação de CPF no formulário de cadastro
/ww:task:add o filtro de período do dashboard precisa aceitar intervalo customizado
Na ambiguidade
O título e as tags saem do seu texto, você não precisa escolhê-los. Se o pedido ficar ambíguo, o comando faz uma pergunta curta antes de gravar. Prioridade e severidade ficam em branco: quem prioriza é o time.
Notas
Precisa de um produto fixado no projeto. Se nenhum produto estiver fixado, o comando para e aponta para o /ww:init.
Quando aparece uma demanda no meio do trabalho e você quer registrá-la sem sair do editor e sem preencher formulário.
- O comando usa o produto fixado no projeto.
- Lê a sua descrição e deriva um título curto e específico.
- Aproveita o que já está na sessão — a conversa, os arquivos abertos, o que você acabou de fazer. Não abre uma varredura do repositório; se você citar um arquivo, uma rota ou um nome concreto, no máximo confere aquele ponto.
- Escreve a descrição em partes: Contexto, Descrição funcional e Notas técnicas — esta última só aparece quando já se sabe alguma coisa.
- Cria a task no produto, do tipo “task”, com status inicial “a fazer” e de 2 a 5 tags derivadas do texto.
- Mostra o ticket criado, o título, o produto e, quando o endereço da plataforma está configurado, o link para abrir a task no WiseWork.
A descrição fica legível para quem não vai abrir o código: o que deve acontecer do ponto de vista de quem usa. As notas técnicas são pistas — módulo, tela, arquivo, endereço de API —, nunca um plano de implementação.
- É rápido de propósito. Questão de segundos, sem investigação nenhuma. Diagnóstico e desenho da solução ficam para a hora de fazer, no
/ww:implement.
- Não inventa detalhe técnico. O que não se sabe fica de fora — nada de causa provável ou solução chutada.
- A autoria é sua automaticamente. Quem registrou a task é definido pelo seu acesso — você não precisa (nem consegue) informar outro autor.
- Não define prioridade nem severidade. A task nasce sem esses campos; quem prioriza é o time, no app.
- Não mexe no código. O comando só registra o pedido.
- Não cria arquivos locais. A task vive no WiseWork, não no seu repositório.
- Precisa de um produto fixado. Sem isso o comando para e aponta para o /ww:init, que é quem fixa o produto. O produto fixado fica gravado no projeto — você não precisa refixá-lo a cada conversa.